domingo, 13 de outubro de 2013

Metáfora para convivência em ambiente profissional

A  convivência  na  Floresta - I I 

         Após um longo período de conturbada convivência entre os bichos que viviam naquela floresta, surgiu um leão que se destacou pela sua sabedoria, dedicação e paciência, propondo-se a colocar ordem na casa.

Ele chegou reorganizou o ambiente das savanas, tudo em volta dos riachos, também aquele recanto agreste cheio de rochas e sem vegetação, clareou o ambiente da mata fechada e na medida do possível todos os espaços daquela incrível floresta, que era altamente frequentada por toda espécie de animais, desde pequenos filhotes de mamíferos agressivos até repteis de vida longa já com a casca dura e com muita dificuldade de conviver com filhotes.

        Para manter toda aquela floresta ativa e pelas proporções da mesma, o leão resolveu dividir o esforço para manter a ordem, para isto selecionou alguns animais e claro cada um na sua espécie. Reuniu e escolheu um responsável por cada uma das raças ou categorias, eram os pássaros, os galináceos, os anfíbios, os mamíferos e assim por diante, orientando as tarefas que cada um devia cumprir.

        Na hora da escolha, o crocodilo, aquele de casca dura estava certo que iria comandar a linhagem dos répteis, mas isto não aconteceu, o que o revoltou ainda mais, passando a tratar os filhotes mais duramente.

Uma pena, pois animais como aquele crocodilo, com todo o seu conhecimento dos meandros da floresta, alem da sua experiência em viver naquele ambiente difícil, poderia usar os seus recursos e preparar-se para uma nova oportunidade, lamentável mente não percebe que continuando a agir desta forma terá o mesmo resultado no futuro.

       Talvez possamos atuar como pinguins e em conjunto dominar uma fera maior, a discriminação social.

       Prof. J B Duarte
   Team & Entrepreneur Coach

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convivência
Metáfora para convivência em ambiente profissional

A  convivência  na  Floresta  do  “Século XXI”

                 Cansados da fama de um Mundo Agressivo, Irracional, onde  vence o mais forte e toda a luta é pela sobrevivência, onde não existe o conceito de respeito pelo outro, os animais resolveram se organizar e preparar uma forma de disseminar a boa convivência entre os bichos de todas as espécies.
Em reunião, os grandes líderes da floresta acharam conveniente que cada espécie encontrasse a forma mais adequada para o seu grupo e decidisse o que fazer, os galináceos, os insetos, os invertebrados, os felinos e outros mamíferos, os peçonhentos e por aí adiante.  Como o grupo dos mamíferos era muito diversificado, resolveram então desenvolver um modelo de convivência próprio, e para tanto contrataram dona Zebra, uma especialista em relacionamento, que iria promover encontros animados com os filhotes. Eram cavalos, javalis, elefantes, antas, pôneis, éguas etc...,  enfim, toda espécie de quadrúpedes, para compartilhar momentos  divertidos e inteligentes, que pudessem gerar um futuro diferente para estes aprendizes.
                   Inadvertidamente um animal estranho, vindo de outra região, com o intuito de silenciar aqueles filhotes, atravessou o pasto e sem noção de respeito, interferiu abruptamente atrapalhando o desenrolar daquele rico momento. Dona Zebra muito irritada pediu para lhe falar mais tarde, mas o estranho esperto rapidamente se afastou do local.
Porém, dona Zebra não poderia deixar de desenvolver seu trabalho e achou por bem passar a mensagem para o desavisado estranho. Chamou o índio “Psiu” e juntos, através de sinais de fumaça, passaram as mensagens inicias para todos os elementos da floresta, e assim, de uma forma indireta, mostraria a forma adequada de respeito e convívio saudável entre todos os viventes daquele local.


       Prof. J B Duarte
   Team & Entrepreneur Coach

Convivência em ambiente Profissional

 Provérbios para convivência em ambiente profissional:

“Quando respeita seu par, estará realmente ensinado aos demais.”                
                                                                                                     
Mahatma Gandhi
Outros provérbios:
Gato escaldado tem medo de água fria”.
“Cavalo dado não se olha os dentes”.
Quando um burro fala o outro abaixa a orelha”.
“Macaco velho não coloca o pé em galho seco”.

Acompanha vídeo do Youtube   -   convivência
http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=u5651tdwyXo&feature=endscreen





 Metáfora Inicial:                                             
    PHOENIX   ( Fênix )
       A Fênix era uma ave com capacidades e habilidades incríveis, periodicamente renovadas.
Vivia por volta 500 anos e ao perceber que já estava cansada, próxima a completar o seu ciclo de vida, recolhia-se ao ponto mais alto da região e se inflamava num processo de auto-combustão, o fogo a extinguia completamente até tornar-se um monte cinzas.


       No dia seguinte, das cinzas renascia uma nova ave, agora, com poderes ainda mais fortalecidos, retomando assim suas atividades.
Nossa crença é:
       Todas as pessoas tem a mesma capacidade da FÊNIX para recuperar suas vidas, quer a dificuldade seja:
Individual ou por equipe, ou ainda de ordem, pessoal, profissional, empresarial ou ainda emocional.
       Portanto se você de alguma forma queimou sua vida, seguramente é possível recuperá-la e o processo de Coach é o melhor caminho.

Cultura Geral
A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
Existem várias versões desta lenda mitológica, vejamos algumas delas:
A fênix em grego clássico: ϕοῖνιξ
Fênix é um pássaro da mitologia grega que no final de cada ciclo de vida, criava uma pira funerária e queimava-se.
Isto ocorria porque ela dominava a arte da Pirocinese (produzia e manipulava o fogo),
Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos.
Suas lágrimas teriam propriedades para curar qualquer tipo de doença ou ferida.
Outra característica da fénix era sua força, segundo as lendas podia transportar em voo cargas muito pesadas, chegando a carregar elefantes.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia.
Outra versão grega è:
Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, hoje extinta, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do deus , ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que a fênix vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97 200 anos.
De forma semelhante a Bennu, quando a ave sentia a morte se aproximar, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com ele à cidade egípcia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.
Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.

Atualmente os estudiosos creem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei.
Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem.
Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do “século V”  A.C.  Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.
·        A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da Antiguidade como gregos, egípcios e chineses.
Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.
·        Para os gregos, a fênix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
·        Os egípcios a tinham por "Bennu" e estava relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
·        Na China antiga a fénix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência.
Na sua
plumagem, brilham as cinco cores sagradas. Púrpura, azul, vermelha, branco e dourado.
·        No início da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.
·        A bandeira da cidade de São Francisco mostra uma fênix, acreditado de estar um símbolo de renovação depois o sismo que devastou a cidade em 1906. A bandeira e o selo da cidade de Atlanta mostram uma fênix também.
·        No Acidente na mina San José em 2010, a cápsula que estava retirando um por um dos 33 mineiros foi chamada de Fênix, porque o resgate deles a uma profundidade muito funda de terra lembra a ressurreição da ave mítica das cinzas.

Em Campinas

O Brasão de Campinas, símbolo de Campinas, município do estado do São Paulo, Brasil.
Ele é formado por um escudo tendo ao centro uma fênix, ave mitológica, que simboliza o renascimento. O escudo é encimado por uma coroa mural com torres, símbolo da emancipação política. À esquerda, está uma haste de cana-de-açúcar e à direita uma haste de café, plantas que formaram as primeiras fontes de renda deCampinas no início da sua história. Sob o escudo está uma faixa com a divisa em latim "Labore Virtute Civitas Floret" ou, em português, "No Trabalho e na Virtude a Cidade Floresce".
O símbolo foi oficializado em 30 de dezembro de 1889 e alterado em 6 de novembro de 1974.
É um dos mais antigos brasões do estado de São Paulo, antecedido apenas pelos de Santos e de Itanhaém. A curiosidade no brasão de Campinas, é a fênix que domina quase todo espaço do escudo central. No final do século XIX uma série de epidemias de febre-amarela quase dizimaram a população do município. Muitas pessoas emigraram, a cidade ficou desolada e a economia enfraqueceu. Aos poucos a epidemia foi sendo debelada e a vida voltou ao normal.

A Fênix na literatura ocidental moderna
Uma fênix é protagonista da novela "A Princesa da Babilónia" de Voltaire. Voltaire faz a seguinte descrição desta ave fabulosa:
"Era do talhe de uma águia, mas os seus olhos eram tão suaves e ternos quanto os da águia são altivos e ameaçadores. Seu bico era cor-de-rosa e parecia ter algo da linda boca de Formosante. Seu pescoço reunia todas as cores do arco-íris, porém mais vivas e brilhantes. Em nuanças infinitas, brilhava-lhe o ouro na plumagem. Seus pés pareciam uma mescla de prata e púrpura; e a cauda dos belos pássaros que atrelaram depois ao carro de Juno não tinham comparação com a sua."


Fonte: www.wikipedia.com.br